Os brasileiros estão cada vez mais confiantes em clicar o mouse para fazer compras. O aumento do acesso a computadores e à internet está causando uma verdadeira revolução na maneira como eles adquirem produtos e serviços, segundo os especialistas em economia digital. De acordo com os dados do e-bit e da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (câmara-e.net), o faturamento do comércio eletrônico nacional no primeiro semestre foi de R$ 8,4 bilhões, uma alta de 24% em relação ao valor registrado no mesmo período de 2010.
“Os números permitem fazer uma projeção de R$ 18,7 bilhões em 2011, um salto de 26% em relação ao ano passado”, avalia Gerson Rolim, diretor da câmara-e.net. “ Além disso, devemos alcançar 32 milhões de e-consumidores até o fim do ano, ante 23 milhões de usuários em dezembro de 2010.” Para Rolim, a ascensão econômica da classe C e uma maior segurança em efetuar negócios virtuais também são fatores responsáveis pela escalada nas entregas.
O setor aponta para novas tendências, como o ‘social commerce’, em que os consumidores são expostos às ofertas por meio de recomendações de amigos nas redes sociais, e o crescente uso do celular para finalizar transações. O perfil do cliente que compra na web também mudou. As mulheres com idade superior a 50 anos passaram de 14% para 21% do total de compradores, entre 2005 e 2010.
O e-commerce já é um hábito verdadeiramente global, de acordo com a pesquisa. Em geral, 93% (91% no Brasil) dos consumidores entrevistados compraram produtos on-line, sendo que 49% (45% no Brasil) realizaram compras nos últimos 30 dias. As taxas dos consumidores na Alemanha, Coréia do Sul e Reino Unido foram as mais altas de compras de produtos on-line (98%), seguidas de perto pelo Japão (96%). No Canadá, esta taxa cai para 82%.
Baixo preço é o principal atrativo para a compra on-line.
A pesquisa também descobriu que os consumidores on-line querem quatro coisas básicas ao comprar produtos: preços competitivos (71%); uma ampla seleção de produtos (42%); check-out fácil e intuitivo (35%); baixos custos de transporte e de impostos (35%). Especificamente para os brasileiros, o baixo preço (59%), a praticidade e agilidade no processo de pagamento (56%) são os principais atrativos para comprarem pelo e-commerce No entanto, outras preferências do consumidor variam de país a país.
Com base nesses dados grandes lojas virtuais estrangeiras planejam a expansão dos seus serviços para o Brasil.
Agora como se diferenciar e destacar entre todas as lojas virtuais disponíveis no mercado?
Pensando nisso, Jefferson Soares empresário que atende desde 2001 diversos comércios em diferentes ramos de atividades conhece bem as necessidade do mercado, e foi assim que pesquisou as melhores práticas realizadas no e-commerce internacional, associada as tendências de colaboração das informações online, trazendo um conceito inovador para o mercado brasileiro.
“Vemos o crescimento de e-commerce e a maturidade da colaboração no mercado brasileiro, por isso pensamos em uma forma eficaz de compartilhar descontos, proporcionando melhor visibilidade das lojas virtuais, por isso criamos o ViCupom, um site destinado ao compartilhamento colaborativo de desconto, aumentando assim a divulgação de produtos e serviços dos comerciantes.” conta.
No ViCupom tanto os usuários como os próprios comerciantes podem compartilhar descontos, os visitantes que realizam cadastro no site (permite logar com usuário da rede social) recebem semanalmente os descontos em seu e-mail além de outras aplicações, segundo Soares muitas outras funcionalidades estão sendo concluídas e serão liberadas em breve.
